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Os para-brisas podem ser reciclados?

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A indústria automobilística tem se beneficiado do uso do vidro desde o seu início, já que sua utilização é garantia de segurança e transparência. A fabricação de para-brisas, por exemplo, tem evoluído cada vez mais, num processo constante desde que o vidro temperado passou a ser substituído pelo laminado, tornando a vida de condutores e passageiros muito mais segura.

De acordo com estudos realizados pela Abravauto, Associação Brasileira de Revenda de Vidros Automotivos, em meados dos anos 2000, cerca de 120 mil para-brisas eram trocados mensalmente, com mais de 60 milhões de veículos entrando em circulação anualmente no planeta.

Pensando em solucionar todos esses impasses, o Instituto Autoglass surgiu em 2008, buscando a própria reciclagem de material do segmento e investindo em educação socioambiental. A meta é atingir os números alcançados na Europa e nos Estados Unidos, locais onde a porcentagem de vidros substituídos destinados adequadamente chega a 50%, enquanto, no Brasil, só 4% do material é processado corretamente.

Mesmo sendo pouco agressivo ao meio ambiente, o descarte irresponsável do vidro em qualquer lugar faz com que um material praticamente indestrutível se misture ao lixo comum. E o PVB, material plástico aplicado entre as camadas de cada para-brisa, leva cerca de 500 anos para ser eliminado da natureza. Se reaproveitados corretamente, o vidro moído pode ser utilizado na produção de vasos, pratos, copos e garrafas, enquanto o PVB separado é útil para a fabricação de tapetes, capas de fios elétricos e mangueiras, entre outros.

Fonte: Ana Vidro
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